Igreja San de Ignacio de Loyola – PARTE III: O Templo e seu acervo religioso

La Manzana de las Luces é um dos principais museus históricos do centro de Buenos Aires e recebe milhares de visitantes interessados em aprender sobre a história da cidade.

A Igreja de San Ignacio de Loyola, em Buenos Aires, foi construída pelos jesuítas no bairro de Monserrat, em Buenos Aires. Possui características em sua arquitetura que merecem destaque e que o tornam um edifício único.

Na última restauração, elementos originais foram recuperados e a igreja voltou a brilhar em todo o seu esplendor. Totalmente restaurado, por dentro e por fora, é um dos ativos históricos mais bem preservados da Argentina. Continue lendo “Igreja San de Ignacio de Loyola – PARTE III: O Templo e seu acervo religioso”

OURO PRETO (MG): Igreja de Nossa Senhora das Dores do Calvário no Arraial de Antônio Dias

A pequena capela no alto do morro já não é a construção original. A primeira obra no local datava do final do século XVIII e foi construída a pedido da Irmandade de Nossa Senhora das Dores e Calvário. A atual construção data de meados do século XIX. A igreja não se destaca pela arquitetura ou rico interior. Também não se conhece o autor do projeto.

A igreja celebra duas festas em honra de Nossa Senhora das Dores: a primeira na sexta feira da semana da paixão, anterior à Semana Santa, e a segunda no dia 15 de setembro. A primeira é celebrada na Igreja desde 1727, instituída pelo papa Bento VIII. A segunda foi determinada por Pio VIII em 18 de setembro de 1814, festeja o dia da padroeira.

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Basílica de San José de Flores – Parte I: O antigo Templo de Flores

A primitiva capela e a praça foram o núcleo em torno do qual começou a crescer o bairro de Flores. A igreja de Flores contou com um antigo templo inaugurado em 1831, mas infelizmente ele se deteriora progressivamente apesar das constantes reparações. A construção da atual igreja começou em 1879 e foi inaugurada em 18 de fevereiro de 1883. Continue lendo “Basílica de San José de Flores – Parte I: O antigo Templo de Flores”

OURO PRETO (MG): Igreja de São Francisco de Paula – Parte I: A última igreja a ser construída no período colonial

Meu querido amigo Raul (argentino como eu) estava curtindo férias em Rio de Janeiro e decidiu presentear-me com sua presencia na data do meu aniversário. Aquela noite fomos para “Pura Harmonia” um boteco mineiro no bairro do Castelo que traz para Belo Horizonte (MG) o mais genuíno espírito da musica carioca. Como pode-se apreciar na foto a alegria foi imensa, como foi imensa a quantidade de cerveja em balde que bebemos até altas horas da madrugada.

Para o dia seguinte tínhamos marcado fazer a mais tradicional viagem do roteiro turístico mineiro: a maravilhosa cidade de Ouro Preto. Partimos para rodoviária quase sem dormir e pegamos o ônibus carregando toda nossa ressaca, que com certeza pesava mais do que as nossas mínimas mochilas.

Ao descer na rodoviária de Ouro Preto fomos os últimos em descer, fazia frio e uma espessa neblina cegava nossa primeira impressão.  Em estado inconsciente seguimos qual cabrinhas a manada da nossa frente, quando de pronto percebi os fundos de uma imensa Igreja que nunca tinha visto. Rapidamente entendi que em vez de ter pegado a Rua Padre Rolim em direção à Praça Tiradentes, aquele rebanho tinha nos conduzido por outro caminho.

Foi quando cheguei ao adro na frente da Igreja que percebi que se tratava da Igreja São Francisco de Paula, aquela que desde o centro da vila fica sempre longe e distante no topo de uma colina, como um cartão postal permanente. A paisagem sumida dentro daquela densa neblina, a cidade banhada de nuvens, o silencio e o frio da manhã, todo nos referia a sensação de que a gente tinha chegado a um lugar magico deste planeta.

Os sambas e pagodes da noite anterior ainda ressoavam dentro na minha cabeça como um tambor batendo em uma nuvem de álcool. Descemos aquele morro passando pela Igreja de São José que também estava fechada. Como dois peregrinos cansados e sem fé, continuamos nosso caminho até chegar a esta rua, e foi lá onde está o farol, que nossas almas voltaram para nossos corpos da mão de uma milagrosa cura: o Café da manhã.

Ouro Preto: A cidade que em cada virada de esquina oferece um cartão postal

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MINISTERIO PUBLICO de OURO PRETO: Aquele belo casearão no Largo do Cinema

Devo começar este post dizendo que detesto os organismos judicias implantados em sítios de patrimônio histórico. Eles tem sempre na porta um segurança que fala: “Está proibido tirar fotos” e para mim não existe pior frase para um fotografo compulsivo como eu. Também é certo que muitos edifícios tem conseguido conservar sua estrutura graças á funcionalidade como foi determinada neste caso. No final da rua se encontra o edifício do Fórum de Ouro Preto que já tem pronto seu novo prédio, tendo em vista instalar no local o Museu do Judiciário que sem duvidas bridara mais um atrativo á mais linda cidade colonial de Minas Gerais.

Vamos conhecer a história deste belo casarão torcendo que ele no futuro consiga ter a mesma sorte que seu prédio vizinho. Continue lendo “MINISTERIO PUBLICO de OURO PRETO: Aquele belo casearão no Largo do Cinema”

Basílica Nossa Senhora do Socorro – Parte II: A Missa Crioula

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A Cantoría del Socorro, coro estável da Basílica do Socorro, realiza uma obra tão intensa e marcante, em 2019 completou 60 anos. Um período muito importante para um grupo coral, o que o torna uma das duas ou três instituições mais antigas deste tipo na cidade de Buenos Aires.

A Missa Crioula é uma criação musical do musico argentino Ariel Ramirez feita com ritmos e formas musicais americanas. Para este projeto convocou ao Padre Jesús Gabriel Segade, quem fez os arranjos e harmonizações corais. Em 1964 a obra foi gravada pela primeira vez. É a única obra musical argentina publicada nos cinco continentes. O trabalho segue à risca a missa tradicional. O que o torna único é o uso de ritmos musicais tradicionais argentinos. Continue lendo “Basílica Nossa Senhora do Socorro – Parte II: A Missa Crioula”

La Glorieta de Barrancas: A Milonga tradicional do bairro de Belgrano acontece em um parque

Em 1910, a Glorieta de Barrancas tinha o objetivo de acolher as orquestras e bandas de música que ofereciam seus shows ao ar livre. Hoje, tornou-se um ícone do tango.

Tradicionalmente, as Barrancas representam um importante centro de transbordo de passageiros e costumam ser epicentro de feiras e festivais a céu aberto. Durante as noites, é comum encontrar seguidores do tango de diversas idades reunidos para dançar em seu antigo coreto, a famosa: Glorieta de Belgrano. Continue lendo “La Glorieta de Barrancas: A Milonga tradicional do bairro de Belgrano acontece em um parque”

OURO PRETO (MG): Igreja N S das Mercês e Perdões – Parte I: A Mercês de Baixo

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Esta igreja foi erguida a partir da primitiva Capela chamada Bom Jesus dos Perdões (Cristo Crucificado) edificada pelo padre José Fernandes Leite, que ele mesmo  doou em 1760 à Irmandade de Nossa Senhora das Mercês. Da justaposição abreviada das duas devoções deriva a singular denominação de Nossa Senhora das Mercês e Perdões, pela qual a igreja é conhecida popularmente.

A igreja localizava-se numa região geográfica abaixo da outra irmandade de Mercês, ficando conhecida também como “Mercês de baixo” e a outra como “Mercês de cima” ou “Mercês e Misericórdia”. Continue lendo “OURO PRETO (MG): Igreja N S das Mercês e Perdões – Parte I: A Mercês de Baixo”

Teatro Municipal de Ouro Preto – Parte II: Restauração da Casa da Ópera

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Em estilo barroco, possui três andares laterais, camarote central e plateia em forma de Lira para 300 lugares no total. É um dos mais belos do Brasil e ainda é palco de muitas apresentações artísticas e culturais em Ouro Preto.

Em 2015 uma das joias mais refinadas da arquitetura colonial mineira voltou a brilhar aos olhos do público e recuperou a função de palco barroco das artes cênicas. Fechado quase dois anos, após interdição pelos bombeiros, a Casa da Ópera de Ouro Preto, tem novamente programação regular e “segurança” para atores, plateia e funcionários, conforme garantem as autoridades locais. Continue lendo “Teatro Municipal de Ouro Preto – Parte II: Restauração da Casa da Ópera”

Esquina Homero Manzi: Show de tango no bairro de Boedo

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Na esquina de San Juan e Boedo encontra-se um antigo café que deve seu nome a um dos letristas mais famosos da Argentina: a Esquina Homero Manzi.

Hoje o lugar é um ponto de encontro e de atrações culturais que lembra a cultura urbana dos anos 40, um lugar histórico que representa o verdadeiro subúrbio e evoca outros tempos . Por suas mesas passaram músicos de tango que protagonizaram a expressão artística mais representativa da cidade.

Em 2004, ele foi declarado “Café Notável” pela Comissão para a Proteção e Promoção dos Cafés, Bares, Bilhares e Confeitaria Notáveis da Cidade de Buenos Aires e no mesmo ano, a esquina da residência foi considerada Área de Proteção Histórica. Continue lendo “Esquina Homero Manzi: Show de tango no bairro de Boedo”