DIAMANTINA (MG): Igreja Nossa Senhora do Amparo – Parte II: O Cortejo do Imperador na Festa do Divino

Ainda na época do império, a igreja ganhou o título de Capela Imperial e hoje é conhecida por sediar a famosa Festa do Divino, reconhecida como Bem Imaterial de Diamantina.

A Festa do Divino acontece depois da Semana Santa, uma das maiores festas religiosas de Minas Gerais. Os fiéis que integram o Cortejo do Império desfilam fantasiados com incríveis vestimentas da época colonial. A corte imperial é acompanhada por grupos de Congado e Pastorinhas, simbolizando a escolta do Imperador até a Igreja de Nossa Senhora do Amparo.

Há registros de que a Festa do Divino, acontece no antigo Arraial do Tijuco pelo menos desde o século XVIII, sempre vinculada à Capela de Nossa Senhora do Amparo. Continue lendo “DIAMANTINA (MG): Igreja Nossa Senhora do Amparo – Parte II: O Cortejo do Imperador na Festa do Divino”

DIAMANTINA (MG): Igreja São Francisco de Assis – Parte II: As magnificas pinturas no forro do templo

O início da construção da Igreja de São Francisco de Assis data de 1762. A execução do programa litúrgico-ornamental do seu interior passou a mobilizar os terceiros franciscanos a partir dos fins dos anos 1770, naturalmente sem descuido dos demais aspectos da obra.

Com apenas uma torre lateral e detalhes em cores fortes, a igreja chama a atenção pelo belo interior, onde é possível ver as incríveis pinturas da capela-mor e da sacristia; de José Soares de Araújo e Caetano Luiz de Miranda, dois grandes nomes da arte sacra mineira. Continue lendo “DIAMANTINA (MG): Igreja São Francisco de Assis – Parte II: As magnificas pinturas no forro do templo”

OURO PRETO (MG): Igreja de São Francisco de Paula – Parte I: A última igreja a ser construída no período colonial

A irmandade de São Francisco de Paula teve passo pelas duas matrizes da ciudade de Ouro Preto. Nasceu na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias e logo depois pela Matriz do Pilar, ate  1782, em que os “homens pardos nobres” terceiros mínimos de Vila Rica obtiveram uma patente desde Portugal para erigir seu próprio templo.

Erguida no Morro da Piedade, foi a última igreja a ser construída na cidade. Continue lendo “OURO PRETO (MG): Igreja de São Francisco de Paula – Parte I: A última igreja a ser construída no período colonial”

TIRADENTES (MG): Capela do Bom Jesus da Pobreza – Parte II: O Natal Iluminado de Tiradentes

A Capela do Bom Jesus da Pobreza é Patrimônio Histórico Nacional tombado pelo IPHAN. Pouco se conhece sobre a construção capela do Bom Jesus da Pobreza além do fato de ter sido aberta ao culto em 1786.

A igreja tem fachada simples, em estilo barroco-rococó, e o interior marcado pela imagem de um Jesus Cristo agonizante em meio a um altar de madeira com pinturas florais coloridas. Ela já sofreu várias intervenções desde a construção, incluindo uma grande reforma nos anos 50.

Neste post vamos conhecer o seu interior e o belíssimo “Natal Iluminado” com projeções na fachada que recriam o espirito natalino na cidade histórica de Tiradentes.

Continue lendo “TIRADENTES (MG): Capela do Bom Jesus da Pobreza – Parte II: O Natal Iluminado de Tiradentes”

TIRADENTES (MG): Capela do Bom Jesus da Pobreza – Parte I: Marcada pela sua simplicidade a construção data da segunda metade do século XVIII

A Capela do Bom Jesus da Pobreza, ou Bom Jesus Agonizante, com aparência modesta em relação ao conjunto arquitetônico da cidade marca o Largo das Forras. Está entre bares e restaurantes e dá certo ar colonial à Praça. A história da igreja é bastante incerta, devido à falta de documentos sobre a construção. Acredita-se que ela date da segunda metade do século XVIII, construída no período entre 1771 e 1786. A igreja tem estilo barroco-rococó, e o interior é marcado pela imagem de um Jesus Cristo agonizante em meio a um altar de madeira com pinturas florais coloridas. Continue lendo “TIRADENTES (MG): Capela do Bom Jesus da Pobreza – Parte I: Marcada pela sua simplicidade a construção data da segunda metade do século XVIII”

Patrimônio Cultural Imaterial no Brasil: Lista Representativa e disciplinas nomeadas pela Unesco como Patrimônio da Humanidade – Parte II

Transmitido de geração a geração, o Patrimônio Cultural Imaterial é constantemente recriado pelas comunidades e grupos em função de seu ambiente, de sua interação com a natureza e de sua história, o que gera um sentimento de identidade e continuidade, contribuindo para promover o respeito à diversidade cultural e à criatividade humana dos países.

As Baianas de Acarajé são verdadeiras construtoras do imaginário que identifica a cidade de Salvador, com suas comidas, sua indumentária, seus tabuleiros e suas maneiras de vender.

O Jongo do Sudeste é uma forma de expressão afro-brasileira que integra percussão de tambores e dança coletiva praticada nos quintais das periferias urbanas nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. 

A Feira da cidade de Caruaru e o Frevo são duas distinções do estado de Pernambuco. O gênero musical surgiu no final do século 19 no carnaval, enraizado nas cidades de Recife e Olinda. Continue lendo “Patrimônio Cultural Imaterial no Brasil: Lista Representativa e disciplinas nomeadas pela Unesco como Patrimônio da Humanidade – Parte II”

TIRADENTES (MG): Igreja Matriz de Santo Antônio – Parte III: Imaginaria da Matriz

Minas Gerais_Brasil_Matriz_Patrimônio_Unesco_arquitetura_Estrada Real_Aleijadinho_ Irmandade_Barroco Mineiro_Irmandade_Latino America

A Igreja Matriz de Santo Antônio, considerada uma das obras-primas do barroco mineiro, reúne um importante conjunto de imagens religiosas.

Toda a talha que reveste intensamente o arco cruzeiro, as ilhargas da capela-mor e o retábulo-mor pertencem à oficina de João Ferreira Sampaio, artista português do qual não se conhece outra obra e não se encontrou, até o momento, referência a outras obras nem em Minas, nem em Portugal.

Neste post vamos conhecer os diferentes altares laterais criados pelas diversas irmandades presentes na antiga Vila de São José do Rio das Mortes, atual cidade de Tiradentes. Continue lendo “TIRADENTES (MG): Igreja Matriz de Santo Antônio – Parte III: Imaginaria da Matriz”