IGREJA NOSSA SENHORA da MERCED – PARTE VI: A História do Convento e da Fundação Evita

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Durante o periodo colonial o convento era um centro de divulgação da cultura, onde se aprendia as artes da música, composição e plástica. Também foram encenadas peças de teatro e realizadas festas literárias, com a participação do bairro. A escola continuou a funcionar depois de 1810. Em 1816 tinha 105 alunos, sendo a maior de todas as escolas primárias da cidade.

O convento foi encerrado em 1822, pela Lei da Reforma Eclesiástica, e a partir de 1834 funcionou ali uma escola de órfãos. Posteriormente, chegou María Eva Duarte de Perón e o transformou em sede da Fundação Evita. Mas tarde recebeu a sede da Universidade Católica (UCA),  até finalmente ser devolvido à Orem dos Mercedários. Continue lendo “IGREJA NOSSA SENHORA da MERCED – PARTE VI: A História do Convento e da Fundação Evita”

IGREJA NOSSA SENHORA da MERCED – Parte V: Retábulos do mestre entalhador Tomás Saravia

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Gabriela Braccio / Gustavo H. Tudisco investigam os retábulos relacionados ao mestre entalhador Tomás Saravia, permitindo não só aproximar mais detalhadamente suas obras, mas também seguir a trajetória de um artista da época colonial, situada entre duas igrejas-convento em Buenos Aires Aires no final do século XVIII.

A comparação e o levantamento documental se estabelecem entre duas obras deste autor realizadas na Igreja da Merced e quatro anos depois na Igreja de San Juan Bautista. A investigação revelou algumas particularidades da prática retábular em Buenos Aires no final do século XVIII, como custos, desenhos e clientes. Continue lendo “IGREJA NOSSA SENHORA da MERCED – Parte V: Retábulos do mestre entalhador Tomás Saravia”

IGREJA NOSSA SENHORA da MERCED – PARTE I: A chegada da Ordem dos Mercedarios a Buenos Aires

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Localizada na esquina das ruas Reconquista e Perón, na igreja de Nossa Senhora da Merced, outra esquina, virada para a Praça de Maio, típica das igrejas coloniais de Buenos Aires.

A principal diferença entre a primeira e a segunda fundação de Buenos Aires é que a primeira chegou de navio, vinda da Espanha, enquanto a segunda chegou por terra, do interior do continente, vinda de Cuzco e Chile.

A irmandade dos Mercedarios esteve presente em ambas. Os freires da primeira expedição acabaram indo para Asuncion, Paraguay. Na segunda fundação Juan de Garay se deu preferência aos franciscanos e dominicanos, para finalmente  os mercedários conseguir construir seu próprio templo e convento. No inicio de 1600 a vida era dura em Buenos Aires. Só tenha o Forte junto à Catedral como referência na atual Plaza de Maio. Tudo na volta era accessível apenas a través de caminhos em mal estado, aguaceiros e matadouros de gado. Morar em Buenos em aqueles tempos era tipo morar nos tempos medievais … o Vice-reinado do Rio da Plata só seria estabelecido em 1776.

Vamos conhecer neste post a história da chegada da Ordem dos Mercedarios em Buenos Aires.

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Igreja e Mosteiro Santa Catalina de Siena – Parte III: O primeiro convento de freiras de Buenos Aires

A cidade de Buenos Aires teve dois mosteiros de freiras durante o período colonial, ambos fundados em meados do século XVIII. O Mosteiro de Santa Catalina de Siena (bairro San Nicolas), de freiras dominicanas e o Mosteiro de Nossa Senhora do Pilar (bairro Monserrat), de freiras capuchinhas.

Durante o ano de 2001 foram realizadas obras de arqueologia no convento e igreja, a fim de instalar o grande evento de design Casa FOA. Durante os trabalhos, foi encontrado um poço com um objeto metálico que representava um Macho Cabrío, com chifres e asas. Isso foi queimado e enterrado no pátio do convento transformando-o em um evento de difícil explicação, instalando-se por sua vez, o mito dum evento de exorcismo feito pelas freiras do convento … será verdade? Continue lendo “Igreja e Mosteiro Santa Catalina de Siena – Parte III: O primeiro convento de freiras de Buenos Aires”

Igreja e Mosteiro Santa Catalina de Siena – Parte II: A Fachada e o Templo

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A Igreja de Santa Catalina de Siena, foi fundada em 1745 para abrigar o primeiro mosteiro de freiras em Buenos Aires. O edifício é um dos melhores expoentes da arquitetura da época colonial que permanecem em Buenos Aires e, tanto a igreja quanto o mosteiro, foram declarados Monumento Histórico Nacional que foi habitado pelas Freiras da Segunda Ordem Dominicana até 1974, quando a congregação decidiu se mudar para San Justo e doou os edifícios ao Arcebispado de Buenos Aires.

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