DIAMANTINA (MG): Igreja São Francisco de Assis – Parte II: As magnificas pinturas no forro do templo

O início da construção da Igreja de São Francisco de Assis data de 1762. A execução do programa litúrgico-ornamental do seu interior passou a mobilizar os terceiros franciscanos a partir dos fins dos anos 1770, naturalmente sem descuido dos demais aspectos da obra.

Com apenas uma torre lateral e detalhes em cores fortes, a igreja chama a atenção pelo belo interior, onde é possível ver as incríveis pinturas da capela-mor e da sacristia; de José Soares de Araújo e Caetano Luiz de Miranda, dois grandes nomes da arte sacra mineira. Continue lendo “DIAMANTINA (MG): Igreja São Francisco de Assis – Parte II: As magnificas pinturas no forro do templo”

CINEMA e TEATRO VILA RICA: O lendário cinema de Ouro Preto esta fechado

O Cine Teatro Vila Rica representa um marco da história cultural de Ouro Preto. Neste prédio funcionava originalmente o antigo Liceu das Artes e Ofícios (1886-1953), instituição educativa destinada ao ensino das artes e ofícios mecânicos para os sectores mais pobres da população da antiga Vila Rica.

O Cinema de Ouro Preto nasceu em 1957 do sonho de Salvador Trópia e hoje é o único espaço de projeção cinematográfica da região e um dos mais tradicionais de Minas Gerais. A sala sedia uma programação contínua de filmes, eventos artísticos-culturais a níveis nacional e internacional, como o Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana, Fórum das Letras, Fotógrafos em Ouro Preto, CineOP e diversas outras mostras e festivais de cinema como o Festival Varilux de Cinema Francês, que homenageia as produções cinematográficas francesas.

A beleza arquitetônica e a memória histórica do prédio estão de portas fechadas. Uma grande angustia me invade pelo fato de saber que há dois anos o Cinema está fechado e que de seu velho projetor, não sai mais luz não. Continue lendo “CINEMA e TEATRO VILA RICA: O lendário cinema de Ouro Preto esta fechado”

SEMANA SANTA em OURO PRETO (MG): Dia 5 – Terça Santa: A procissão de Nossa Senhora da Solidade

Durante a terça-feira da Semana Santa realiza-se esta procissão, que relembra o caminho de volta percorrido por Nossa Senhora, do sepulcro, onde deixara o Filho sepultado, até sua casa. A Mãe de Deus caminha sozinha, sentindo no mais profundo do seu coração imaculado a espada de dor que lhe transpassava a alma.

Esta celebração relaciona-se por ocasião também da procissão conhecida como “Triunfo Eucarístico”, em que se procedeu o retorno da imagem do Santíssimo Sacramento da primitiva capela do Rosário, finalizadas as obras de reforma na Matriz do Pilar e remete aos tapetes devocionais que serão confeccionados durante a noite no próximo Sábado de Aleluia. Continue lendo “SEMANA SANTA em OURO PRETO (MG): Dia 5 – Terça Santa: A procissão de Nossa Senhora da Solidade”

MARÍLIA de DIRCEU: Casa Museu Tomás Antônio Gonzaga, Ouro Preto – Parte II

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Todo mundo gosta de romance e ainda mais, de amores impossíveis. Pois bem, esta história tem todos os ingredientes de uma trama trágica, pois tendo data marcada para o casamento, o destino quis separar eles poucos dias antes da sagrada união. Por causa da Conjuração Mineira o poeta foi condenado ao exílio na África, sem nunca mais voltar a ver á namorada azarada, quem permaneceria solteira até o dia de sua morte.

Nesta segunda parte do post relacionado ao Museu Casa Tomás Antônio Gonzaga situado no casco histórico da cidade de Ouro Preto vamos a abordar o tão falado romance de Marília de Dirceu, personagens líricos dos poemas que Gonzaga dedicara a sua amada, Maria Doroteia.

Teve efeituado varias leituras ate achar a maravilhosa tese de Ana Cristina Magalhães Jardim (citada na fonte) para conseguir debelar os por menores de este romance, que conta com variadas e dissimiles versões, muito confusas e a maioria delas indocumentadas, fazendo muito difícil a tarefa de conseguir separar o mito da realidade. Continue lendo “MARÍLIA de DIRCEU: Casa Museu Tomás Antônio Gonzaga, Ouro Preto – Parte II”

DIAMANTINA (MG): Igreja São Francisco de Assis – Parte I: A Construção do Templo

A história da construção desta igreja começa no ano de 1766, com a implantação da Venerável Ordem Terceira de São Francisco de Assis no então arraial do Tijuco (antiga sede do Distrito Diamantino).

A construção desta belíssima igreja apresenta sua estrutura em madeira, com suas paredes feitas em adobe. A fachada principal desta igreja é ladeada por uma única torre, a única com relógio em toda Diamantina.

A igreja se destaca também por ser o local onde descansam os restos mortais de Chica da Silva. Continue lendo “DIAMANTINA (MG): Igreja São Francisco de Assis – Parte I: A Construção do Templo”