Patrimônio Cultural Imaterial no Brasil: Lista Representativa e disciplinas nomeadas pela Unesco como Patrimônio da Humanidade – Parte V

O cultivo da mandioca e apresenta como base social os mais de 22 povos indígenas, localizadas ao longo do rio Negro relacionado às diversas etnias das famílias linguísticas aruak e tukano.

A Festa de Sant’ Ana de Caicó é uma celebração tradicional que ocorre há mais de 260 anos e reúne diversos rituais religiosos, profanos e outras manifestações culturais da região do Seridó norte-rio-grandense.

As Bonecas Karajá representarem cenas do cotidiano e dos ciclos rituais do povo indígena Karajá, elas portam e articulam sistemas de significação da sua cultura e, dessa forma, são também lócus de produção e comunicação dos seus valores.

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Igreja San de Ignacio de Loyola – PARTE II: Os primeiros jesuítas que chegaram a Buenos Aires

A primeira igreja de Buenos Aires foi erguida em 1608 no terreno que atualmente ocupa a Praça de Maio, na frente do Forte Real. No começo esteve sob a invocação de Nossa Senhora de Loreto. Dois anos mais tarde, sendo beatificado o santo em 1610, mudou seu nome para San Ignacio de Loyola. Lá eles permanecem algo mais de 50 anos. Embora a maioria dos edifícios juntos ao forte tenha sido demolida, a capela continuou em atividade até 1675, ano em que mudou-se para o local atual, na chamada Manzana de las Luces.

O edifício atual começou a construção em 1712, embora retenha partes da construção anterior, foi desenhado pelo arquiteto jesuíta Juan Krauss. A conclusão das obras em 1722 deve-se aos arquitetos jesuítas Andrés Bianchi e Juan Bautista Prímoli.

Neste post vamos analisar a fachada do tempo, mas também lembrar a chegada dos primeiros jesuítas a Buenos Aires e a chegada do primeiro Papa Jesuíta ao Vaticano: O Papa Francisco, o primeiro pontífice não europeu em mais de 1200 anos.

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MARÍLIA de DIRCEU: Casa Museu Tomás Antônio Gonzaga, Ouro Preto – Parte II

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Todo mundo gosta de romance e ainda mais, de amores impossíveis. Pois bem, esta história tem todos os ingredientes de uma trama trágica, pois tendo data marcada para o casamento, o destino quis separar eles poucos dias antes da sagrada união. Por causa da Conjuração Mineira o poeta foi condenado ao exílio na África, sem nunca mais voltar a ver á namorada azarada, quem permaneceria solteira até o dia de sua morte.

Nesta segunda parte do post relacionado ao Museu Casa Tomás Antônio Gonzaga situado no casco histórico da cidade de Ouro Preto vamos a abordar o tão falado romance de Marília de Dirceu, personagens líricos dos poemas que Gonzaga dedicara a sua amada, Maria Doroteia.

Teve efeituado varias leituras ate achar a maravilhosa tese de Ana Cristina Magalhães Jardim (citada na fonte) para conseguir debelar os por menores de este romance, que conta com variadas e dissimiles versões, muito confusas e a maioria delas indocumentadas, fazendo muito difícil a tarefa de conseguir separar o mito da realidade. Continue lendo “MARÍLIA de DIRCEU: Casa Museu Tomás Antônio Gonzaga, Ouro Preto – Parte II”

Igreja San de Ignacio de Loyola – Parte I: Manzana de las Luces

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A “Manzana de las Luces”, é uma área do centro de Buenos Aires conhecida como o berço da intelectualidade da cidade.

“Manzana” em português é maçã, mas na Argentina pode significar também uma quadra ou quarteirão.  Todo o conjunto de construções da Manzana é considerado Monumento Histórico da Argentina.  É um local-chave durante os diferentes períodos históricos do país, pois foi sede de instituições ligadas ao seu desenvolvimento cultural, educacional e religioso.

Para entender um pouco mais da história desse centro arquitetônico histórico, vale a pena descrever cada um dos edifícios e instituições que compõem-na, entre elas a Igreja San Ignacio de Loyola, a primeira igreja fundada na cidade de Buenos Aires. Continue lendo “Igreja San de Ignacio de Loyola – Parte I: Manzana de las Luces”