Basílica de San José de Flores – Parte III: Imaginaria do templo do único São José coroado em America do Sul

A igreja de São José de Flores, foi elevada a Basílica em 20 de janeiro de 1912, pelo Papa Pio X. A velha imagem de São José que se encontra no camarim (capela lateral) é uma das poucas pecas que sobraram do antigo templo.

Outra data marcante desta igreja foi em oportunidade da coroação da imagem de São José que está no Altar-Mor, que aconteceu em 28 de outubro de 1956. É a única imagem de San José coroada pelo Decreto Vacano na América do Sul. Na América são duas, a de Flores e a outra em Montreal, Canadá. Continue lendo “Basílica de San José de Flores – Parte III: Imaginaria do templo do único São José coroado em America do Sul”

BASÍLICA de SAN JOSÉ de FLORES – PARTE II: O novo e definitivo templo construído no bairro de Flores

Em 4 de maio de 1879, a pedra fundamental do novo templo foi lançada. O risco esteve a cargo dos arquitetos italianos Benito Panunzi e Emilio Lombardo. A construção foi executada pelos arquitetos Andrés Simonazzi e Tomás Allegrini.

Em 18 de fevereiro de 1883, após 3 anos e 9 meses, foi inaugurada a atual Igreja de San José de Flores. A rápida conclusão da obra foi produto da eficiente ação da comissão encarregada de arrecadar fundos, composta por membros de famílias mais abastadas do bairro de Flores. Continue lendo “BASÍLICA de SAN JOSÉ de FLORES – PARTE II: O novo e definitivo templo construído no bairro de Flores”

OURO PRETO (MG): Igreja N S das Mercês e Misericórdia – Parte II: A Mercês de Cima e interior do Templo

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O altar-mor é ocupado pela imagem da padroeira Nossa Senhora das Mercês e os nichos laterais pelos santos fundadores da Ordem Mercedária, São Pedro Nolasco e São Raimundo Nonato, do mesmo modo que acontece na “Mercês de Baixo” (cujo nome correto é Nossa Senhora das Mercês e Perdões), situada nas baixadas do bairro dos Paulistas e vinculada á Matriz Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias.

A decoração interna é de grande simplicidade, mas uma grande lista de artistas experientes contribuíram na construção e acabamento desta singular igreja de torre única.

Ë o passo obligado para quem vem ou vai pra rodoviária, próxima da Praça Tiradentes, ele é um dos primeiros templos que o visitante encontra ao chegar a Ouro Preto. O seu adro conforma um mirante com uma vista impressionante da cidade. Continue lendo “OURO PRETO (MG): Igreja N S das Mercês e Misericórdia – Parte II: A Mercês de Cima e interior do Templo”

OURO PRETO (MG): Nossa Senhora das Mercês dos Perdões – Parte II: A Mercês de Baixo e interior do Templo

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O templo está localizado no alto de uma colina, desde seu adro é possível aceder a um espetacular mirante com vista para a parte velha de Ouro Preto.

A igreja de Nossa Senhora das Mercês dos Perdões que se localizava numa região geográfica abaixo da outra irmandade de Mercês, ficando conhecida também como “Mercês de baixo” e a outra como “Mercês de cima” ou “Mercês e Misericórdia”.

O risco altar-mor, foi encomendado ao mestre Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho que também teria executado as imagens de roca de São Pedro Nolasco e São Raimundo Nonato, hoje nos nichos laterais do altar-mor. Continue lendo “OURO PRETO (MG): Nossa Senhora das Mercês dos Perdões – Parte II: A Mercês de Baixo e interior do Templo”

Basílica de San José de Flores – Parte I: O antigo Templo de Flores

A primitiva capela e a praça foram o núcleo em torno do qual começou a crescer o bairro de Flores. A igreja de Flores contou com um antigo templo inaugurado em 1831, mas infelizmente ele se deteriora progressivamente apesar das constantes reparações. A construção da atual igreja começou em 1879 e foi inaugurada em 18 de fevereiro de 1883. Continue lendo “Basílica de San José de Flores – Parte I: O antigo Templo de Flores”

OURO PRETO (MG): Igreja N S das Mercês e Perdões – Parte I: A Mercês de Baixo

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Esta igreja foi erguida a partir da primitiva Capela chamada Bom Jesus dos Perdões (Cristo Crucificado) edificada pelo padre José Fernandes Leite, que ele mesmo  doou em 1760 à Irmandade de Nossa Senhora das Mercês. Da justaposição abreviada das duas devoções deriva a singular denominação de Nossa Senhora das Mercês e Perdões, pela qual a igreja é conhecida popularmente.

A igreja localizava-se numa região geográfica abaixo da outra irmandade de Mercês, ficando conhecida também como “Mercês de baixo” e a outra como “Mercês de cima” ou “Mercês e Misericórdia”. Continue lendo “OURO PRETO (MG): Igreja N S das Mercês e Perdões – Parte I: A Mercês de Baixo”

OURO PRETO (MG): Nossa Senhora das Mercês e Misericórdia – Part I: A Mercês de Cima

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A devoção de Nossa Senhora da Mercês em Ouro Preto tem duas igrejas onde ela é a padroeira: a “Mercês de baixo” (cujo nome correto é Nossa Senhora das Mercês e Perdões e a outra é a “Mercês de cima” (situada acima da cidade e bem próxima do Hospital da Irmandade da Misericórdia).

A irmandade de Nossa Senhora das Mercês, oriunda a partir da Arquiconfraria da Igreja São José, era uma associação de pardos e crioulos, representante de segmentos que buscaram afirmação social na antiga Vila Rica, sobretudo, a partir da década de 1740, quando os pardos começaram a adquirir presença na estrutura social da época.

Conhecida popularmente como a “Mercês de Cima”, foi construída entre 1771 e 1793. Continue lendo “OURO PRETO (MG): Nossa Senhora das Mercês e Misericórdia – Part I: A Mercês de Cima”

Porque Ouro Preto tem duas Igrejas das Mercês? … a Mercês de Baixo e a Mercês de Cima

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Em Ouro Preto a devoção a Nossa Senhora das Mercês existem duas igrejas onde ela é a padroeira.  Os nativos diferenciam de modo peculiar, baseados na topografia da montanhosa cidade: uma é a “Mercês de baixo” (cujo nome correto é Nossa Senhora das Mercês e Perdões), situada nas baixadas do bairro dos Paulistas, a caminho da Nossa Senhora da Conceição de Antonio Dias, e a outra é a “Mercês de cima” (situada acima da cidade e bem próxima do Hospital da Irmandade da Misericórdia). Continue lendo “Porque Ouro Preto tem duas Igrejas das Mercês? … a Mercês de Baixo e a Mercês de Cima”

TIRADENTES (MG): Igreja Matriz de Santo Antônio – Parte III: Imaginaria da Matriz

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A Igreja Matriz de Santo Antônio, considerada uma das obras-primas do barroco mineiro, reúne um importante conjunto de imagens religiosas.

Toda a talha que reveste intensamente o arco cruzeiro, as ilhargas da capela-mor e o retábulo-mor pertencem à oficina de João Ferreira Sampaio, artista português do qual não se conhece outra obra e não se encontrou, até o momento, referência a outras obras nem em Minas, nem em Portugal.

Neste post vamos conhecer os diferentes altares laterais criados pelas diversas irmandades presentes na antiga Vila de São José do Rio das Mortes, atual cidade de Tiradentes. Continue lendo “TIRADENTES (MG): Igreja Matriz de Santo Antônio – Parte III: Imaginaria da Matriz”