FIEMG, Ouro Preto (MG) – Parte II: Reconstrução do antigo Hotel Pilão no conjunto arquitetônico da Praça Tiradentes.

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No dia 21 de abril de 2006, três anos e sete dias após o fatídico dia do incêndio, o antigo Hotel Pilão, reconstruído e com nova funcionalidade de Centro Cultural e Turístico, foi finalmente reinaugurado. O projeto arquitetônico veio reparar aquela tremenda perdida ocasionada pelo brutal incêndio que afetou a imagem do conjunto arquitetônico da Praça Tiradentes.

A FIEMG, em parceria com a prefeitura da cidade histórica, revitalizou o espaço, presenteando aos mineiros e turistas com um o Centro Cultural SESIMINAS Ouro Preto. O casarão do antigo Hotel Pilão, teve seu conjunto arquitetônico barroco e toda sua fachada reconstituídos com as mesmas caraterísticas das que existiam antes do incêndio. Continue lendo “FIEMG, Ouro Preto (MG) – Parte II: Reconstrução do antigo Hotel Pilão no conjunto arquitetônico da Praça Tiradentes.”

FIEMG – Parte I: História do incêndio do “Antigo Hotel Pilão”

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A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) localiza-se no centro histórico, ocupando um dos prédios do entorno da Praça Tiradentes. O edifício abriga o Centro Turístico e de Informações sede da FIEMG, cujo objetivo é prestar atendimento aos turistas que chegam à cidade.

Neste local, havia o antigo “Hotel Pilão” que foi completamente destruído e arrasado por um incêndio na noite de 14 de abril de 2003. Três anos depois, em 2006, a FIEMG juntamente com a Prefeitura Municipal de Ouro Preto uniu forças para efetivar o processo de restauração do casario no complexo de prédios arquitetônicos da Praça. Continue lendo “FIEMG – Parte I: História do incêndio do “Antigo Hotel Pilão””

MARÍLIA de DIRCEU: Casa Museu Tomás Antônio Gonzaga, Ouro Preto – Parte II

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Todo mundo gosta de romance e ainda mais, de amores impossíveis. Pois bem, esta história tem todos os ingredientes de uma trama trágica, pois tendo data marcada para o casamento, o destino quis separar eles poucos dias antes da sagrada união. Por causa da Conjuração Mineira o poeta foi condenado ao exílio na África, sem nunca mais voltar a ver á namorada azarada, quem permaneceria solteira até o dia de sua morte.

Nesta segunda parte do post relacionado ao Museu Casa Tomás Antônio Gonzaga situado no casco histórico da cidade de Ouro Preto vamos a abordar o tão falado romance de Marília de Dirceu, personagens líricos dos poemas que Gonzaga dedicara a sua amada, Maria Doroteia.

Teve efeituado varias leituras ate achar a maravilhosa tese de Ana Cristina Magalhães Jardim (citada na fonte) para conseguir debelar os por menores de este romance, que conta com variadas e dissimiles versões, muito confusas e a maioria delas indocumentadas, fazendo muito difícil a tarefa de conseguir separar o mito da realidade. Continue lendo “MARÍLIA de DIRCEU: Casa Museu Tomás Antônio Gonzaga, Ouro Preto – Parte II”