Igreja N S das Mercês e Misericórdia – Parte II: A Mercês de Cima e interior do Templo

Mercês de cima_Nossa Senhora das Merces_Estrada Real_Brasil_Minas _Gerais_Unesco_Patrimonio_Humanidade

O altar-mor é ocupado pela imagem da padroeira Nossa Senhora das Mercês e os nichos laterais pelos santos fundadores da Ordem Mercedária, São Pedro Nolasco e São Raimundo Nonato, do mesmo modo que acontece na “Mercês de Baixo” (cujo nome correto é Nossa Senhora das Mercês e Perdões), situada nas baixadas do bairro dos Paulistas e vinculada á Matriz Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias.

A decoração interna é de grande simplicidade, mas uma grande lista de artistas experientes contribuíram na construção e acabamento desta singular igreja de torre única.

Ë o passo obligado para quem vem ou vai pra rodoviária, próxima da Praça Tiradentes, ele é um dos primeiros templos que o visitante encontra ao chegar a Ouro Preto. O seu adro conforma um mirante com uma vista impressionante da cidade. Continue lendo “Igreja N S das Mercês e Misericórdia – Parte II: A Mercês de Cima e interior do Templo”

Basílica Menor do Santíssimo Sacramento – Parte I: A igreja mais luxuosa de Buenos Aires

Argentina_Retiro_Mercedes Castellano_Anchorena_Iglesia_Palacio_ patrimônio

A Basílica do Santísimo Sacramento é uma das igrejas mais bonitas de Buenos Aires. O templo luxuosamente decorado apresenta uma grande custódia de ouro e prata, vitrais importantes e ornamentos de mármore, granito azul, bronze e mosaico veneziano.

Mercedes Castellanos de Anchorena, uma das mulheres mais ricas de Argentina, destacaou-se pelas suas doações para a construção de inúmeras igrejas, asilos e conventos.

Esta igreja é considerada uma das mais luxuosas da cidade de Buenos Aires, escolhida para celebrar casamentos pela alta sociedade portenha. Continue lendo “Basílica Menor do Santíssimo Sacramento – Parte I: A igreja mais luxuosa de Buenos Aires”

Basílica Nossa Senhora do Socorro – Parte II: A Missa Crioula

Igreja_Iglesia_Retiro_Argentina_Patrimonio_Parroquia_Cristo_Señor_Milagros_Misa Criolla_Segade _Cantoría del Socorro

A Cantoría del Socorro, coro estável da Basílica do Socorro, realiza uma obra tão intensa e marcante, em 2019 completou 60 anos. Um período muito importante para um grupo coral, o que o torna uma das duas ou três instituições mais antigas deste tipo na cidade de Buenos Aires.

A Missa Crioula é uma criação musical do musico argentino Ariel Ramirez feita com ritmos e formas musicais americanas. Para este projeto convocou ao Padre Jesús Gabriel Segade, quem fez os arranjos e harmonizações corais. Em 1964 a obra foi gravada pela primeira vez. É a única obra musical argentina publicada nos cinco continentes. O trabalho segue à risca a missa tradicional. O que o torna único é o uso de ritmos musicais tradicionais argentinos.

Missa Crioula


Já nos anos 60, Ariel Ramírez discutiu a sua ideia com um jovem amigo, o Padre Catena, então presidente da Comissão Episcopal para a América do Sul, juntos conceberam a ideia de compor uma missa com ritmos e formas musicais americanas. O Kyrie então adotou uma forma vidala / baguala; a Gloria de carnavalito; o Credo, da chacarera truncada, o Sanctus, do carnaval de Cochabamba, e o Agnus Dei, um estilo pampeano.

Feitos os esboços da estrutura, outro sacerdote o diretor do coro da Basílica do Socorro, o padre Jesús Gabriel Segade, foi quem fez os arranjos e harmonizações corais da “Missa Crioula”. O trabalho segue estritamente o ordinário da missa. O que o torna único é o uso de ritmos musicais tradicionais argentinos. Em seus 16 minutos e meio, sintetiza de maneira notável a essência da música folclórica argentina e o espírito da liturgia católica.

O sucesso da Missa Criolla foi imediato. No entanto, sua estreia pelo menos oficialmente, só aconteceu em março de 1967, quando foi apresentado em uma catedral na Alemanha.

O compositor escolheu como vozes principais para a sua criação as de Eduardo Madeo, Gerardo López, Julio César Isella e Juan Carlos Moreno; juntos, o famoso grupo folclórico “Los Fronterizos”.

Participaram deste trabalho Domingo Cura no bombo e timbales; Jaime Torres no charango; Alfredo Remus no contrabaixo; Chango Farías Gómez no bumbo e acessórios de percussão, e Raúl Barboza dando vida ao chamamé La Anunciación, com seu acordeão. Luis Amaya, José Medina e Juancito El Peregrino contribuíram com o som de seus violões. A estes se soma a valiosa contribuição do Padre Jesús Gabriel Segade, à frente do coro da Cantoria da Basílica do Socorro.

Mais de vinte anos depois, em 31 de maio de 1978, a Missa Crioula foi cantada pela primeira vez em função da cerimônia religiosa, durante uma missa ecumênica concelebrada na Catedral de Buenos Aires por líderes de diferentes religiões e em várias línguas. horas antes do início da Copa do Mundo.

A Cantoría del Socorro


Igreja_Iglesia_Retiro_Argentina_Patrimonio_Parroquia_Cristo_Señor_Milagros_Misa Criolla_Segade _Cantoría del SocorroMons. J. G. Segade executou todos os arranjos e harmonizações corais da “Misa Criolla” de Ariel Ramírez. O coro Cantoria da Basílica del Socorro explodiu com fama incomum quando, junto com Ariel Ramírez, o grupo folclórico Los Fronterizos assumiram o papel central no nascimento mundialmente famosa Missa Crioula.

Pela primeira vez o coro assumiu a música folclórica através de Ariel Ramírez, nos ritmos de vidala, baguala, carnavalito, yaraví, carnaval boliviano e estilo pampeano. Foi um grande desafio, já que o Coro era inteiramente dedicado à música sacra.

Igreja_Iglesia_Retiro_Argentina_Patrimonio_Parroquia_Cristo_Señor_Milagros_Misa Criolla_Segade _Cantoría del Socorro
“La Cantoría del Socorro”, coro estável da Basílica do Socorro

É a única obra musical argentina publicada nos cinco continentes. Em 1964 a obra foi gravada pela primeira vez e foi publicada no ano seguinte na histórica placa Philips.  Ariel Ramirez relata o encontro com os diretivos da Philips: Quando apresentei o projeto eles me desafiaram: ‘Se você puder me garantir que essa massa venderá mais de 2.500 discos, nós desistimos. Começamos a gravar em Odeón, com Los Fronterizos e a Cantoría del Socorro, e terminamos no final de outubro, porque deveria estar à venda no Natal.

Quando o presidente da Philips ouviu a gravação pela primeira vez, me ligou chorando: “Ariel, você fez um trabalho maravilhoso … Estou emocionado … Quero parabenizar a todos”. O impacto se reflete, do ponto de vista comercial, nos mais de 30 milhões de exemplares vendidos no início deste século. Em 1994 houve uma remasterização (Philips, 1994) da primeira gravação da Missa Crioula.

Em 2000, a cantora argentina Mercedes Sosa gravou outra versão da Missa Crioula. Por esse álbum, ele recebeu o Prêmio Grammy Latino.  Neste vídeo junto ao Mestre Jaime Torres com seu instrumento clássico chamado “Charango”, típico das terras andinas do norte argentino.

Em 2014, para a festa de Nossa Senhora de Guadalupe em 12 de dezembro, Patricia Sosa, acompanhada pelos músicos Tukuta Gordillo e Rodolfo Ruíz, interpretaram a Missa Crioula na Basílica de São Pedro na Cidade do Vaticano para uma Missa presidida pelo Papa Francisco.

Lado B: Nosso Natal


A obra Nosso Natal é uma das grandes criações folclóricas argentinas de Ariel Ramírez (1921-2010) como músico e de Félix Luna (1925-2009), como poeta, em uma longa lista de criações compartilhadas, cada uma melhor que a outra. Nesse caso, contaram também com a valiosa colaboração do Padre Antônio Segade.

Embora o trabalho tenha sido emparelhado desde o início com a famosa Missa Crioula, como o lado B do vinil original, e mesmo muitas pessoas os tomem como um trabalho integral, na realidade o Nosso Natal é diferente da missa.

É uma obra em que seis marcos do evangelho infantil são coletados e apresentados em ritmos folclóricos individuais, típicos de diferentes regiões da Argentina. Os poemas, por sua vez, foram adaptados às formas usuais em cada um dos gêneros.

Jesus Gabriel Segade (1923-2007)


Mons. Jesus Gabriel Segade

A Cantoría del Socorro foi fundada em 1959 pelo diretor, organista e compositor Monsenhor Jesús Gabriel Segade (1923-2007), capelão da Basílica Nuestra Señora del Socorro.

Ordenado sacerdote em 21 de setembro de 1946, Monsenhor Segade era licenciado em Filosofia e tinha estudado música com o compositor Gilardo Gilardi e órgão com Julio Perceval. Se aperfeiçoou na França com os mestres Pehú e Delastre, e se especializou na modalidade e ritmo gregoriano, no Institut St. Grégoire le Grand. Ele também se destacou como organista, diretor e professor em nosso país. Fundou o Instituto de Música Sacra de Buenos Aires. Foi chefe da cátedra de órgão do Conservatório Nacional Carlos López Buchardo, da cátedra de música sacra da Pontifícia Universidade Católica da Argentina e presidente da Fundação Ars Musicalis.

Mons. J. G. Segade serviu como sacerdote por cinquenta anos na Igreja Nuestra Señora del Socorro e dirigiu a Cantoría del Socorro até sua morte em 2007, aos 81 anos de edade.

Igreja_Iglesia_Retiro_Argentina_Patrimonio_Parroquia_Cristo_Señor_Milagros_Misa Criolla_Segade _Cantoría del Socorro

Coro polifônico de longa história, especializou-se na interpretação de música sacra de todos os períodos e estilos. Realizou tournée pela Espanha, Estados Unidos, Inglaterra e Itália e acompanhou musicalmente os serviços religiosos celebrados pelo Papa João Paulo II na sua primeira visita à Argentina.

O coro estável da Basílica del Socorro, realiza uma obra tão intensa e marcante, interatuando com as melhores orquestras sinfônicas de Buenos Aires (orquestra de cámara do Congrego Nacional) executando o repertório da “Escola Romana” (do século XVI ao XX), ou seja, o repertório das grandes basílicas papais de Roma.

Atualmente dirigido pelo jovem músico italiano Giovanni Panella, Compositor Italiano, Maestro de Orquestra e Coro sob cuja orientação realiza o repertório para os concertos sinfônicos / corais de sua temporada, bem como o repertório litúrgico para as missas solenes da Basílica.

 

fonte:

  • http://www.basilicadelsocorro.org.ar/resena
  • http://www.cienciayfe.com.ar/parroquias/imagenxiglesia.php?numeroparroquia=5
  • https://www.clarin.com/espectaculos/musica/misa-criolla-conmovedora-historia-inspiro-obra-cumbre-musica-argentina_0_c7SDAd_GRv.
  • htmlhttps://www.lanacion.com.ar/

 

 

 

Paróquia de Nossa Senhora de Balvanera – Parte I: O Santuário de San Expedito

Parroquia_Santuário_Once_Buenos_Aires_Argentina_Colegio_San José_Miserere_Betharran_Fusilier_Património Histórico_Virgen

Na esquina das ruas Bartolomé Mitre e Azcuénaga, o santuário original foi elevado à categoria de paroquia em 1 de abril de 1833. A igreja começou a funcionar em maio desse mesmo ano sendo a 12ª freguesia construída na cidade de Buenos Aires, a única fundada durante o governo de Juan Manuel de Rosas. Ao longo dos anos mereceu reformas e restauros, tornando-se num edifício de grande valor histórico e arquitetônico, pelo que constitui atualmente um importante Património Histórico da cidade.

O templo foi recentemente restaurado realçando a beleza de seu interior e cúpulas. Continue lendo “Paróquia de Nossa Senhora de Balvanera – Parte I: O Santuário de San Expedito”

Igreja N S das Mercês e Perdões – Parte I: A Mercês de Baixo de Ouro Preto (MG)

Mercês de baixo_Nossa Senhora das Merces_Estrada Real_Brasil_Minas_Gerais_Unesco_Patrimonio_Humanidade

Esta igreja foi erguida a partir da primitiva Capela chamada Bom Jesus dos Perdões (Cristo Crucificado) edificada pelo padre José Fernandes Leite, que ele mesmo  doou em 1760 à Irmandade de Nossa Senhora das Mercês. Da justaposição abreviada das duas devoções deriva a singular denominação de Nossa Senhora das Mercês e Perdões, pela qual a igreja é conhecida popularmente.

A igreja localizava-se numa região geográfica abaixo da outra irmandade de Mercês, ficando conhecida também como “Mercês de baixo” e a outra como “Mercês de cima” ou “Mercês e Misericórdia”. Continue lendo “Igreja N S das Mercês e Perdões – Parte I: A Mercês de Baixo de Ouro Preto (MG)”

Patrimônio Cultural Imaterial no Brasil: Lista Representativa e disciplinas nomeadas pela Unesco como Patrimônio da Humanidade – Parte VI

O Fandango Caiçara é uma expressão musical-coreográfica-poética e festiva, cuja área de ocorrência abrange o litoral sul do estado de São Paulo e o litoral norte do estado do Paraná.

A celebração do Espírito Santo é uma manifestação cultural e religiosa, de origem portuguesa, disseminada no período da colonização e ainda hoje presente em todas as Regiões do Brasil, especialmente na cidade de Paraty (RJ).

A Festa do Senhor Bom Jesus do Bonfim integra o calendário litúrgico e o ciclo de Festas de Largo da cidade de Salvador e é realizada anualmente, sem interrupção, desde o ano de 1745. A festa articula duas matrizes religiosas distintas, a católica e a afro-brasileira, assim como incorpora diversas expressões da cultura e da vida social soteropolitana.

A existência da devoção a São Sebastião na Região do Marajó remonta ao período de colonização e à ação missionária no século XVI. A ampla ocorrência das Festividades do Glorioso São Sebastião em toda  a região do Marajó e sua relevância cultural paras essas populações  possibilitaram sua inclusão no conjunto de bens imateriais reconhecidos como Patrimônio Cultural do Brasil, referências de memória e identidade para todos os brasileiros. Continue lendo “Patrimônio Cultural Imaterial no Brasil: Lista Representativa e disciplinas nomeadas pela Unesco como Patrimônio da Humanidade – Parte VI”

Basílica Santa Rosa Lima – Parte II: O Interior do Templo

No bairro de Balvanera, a Basílica de Santa Rosa de Lima é uma das muitas jóias arquitetônicas da arte bizantina para conhecer e admirar na cidade de Buenos Aires.

A basílica de estilo românico-bizantino foi feita com base ao projeto do arquiteto Alejandro Christophersen. Enquanto a ornamentação,  o contraste entre o exterior pobre e o interior ricamente decorado é uma característica da arquitetura bizantina. Porem, a presença de outros estilos, tanto na fachada como no interior, enquadram esta obra dentro do movimento  “neo-românico eclético”.

Bora .. chegou a hora de conhecer o interior do templo. Continue lendo “Basílica Santa Rosa Lima – Parte II: O Interior do Templo”

Nossa Senhora das Mercês e Misericórdia de Ouro Preto (MG) – Part II: A Mercês de Cima

Mercês de cima_Nossa Senhora das Merces_Estrada Real_Brasil_Minas _Gerais_Unesco_Patrimonio_Humanidade

A devoção de Nossa Senhora da Mercês em Ouro Preto tem duas igrejas onde ela é a padroeira: a “Mercês de baixo” (cujo nome correto é Nossa Senhora das Mercês e Perdões e a outra é a “Mercês de cima” (situada acima da cidade e bem próxima do Hospital da Irmandade da Misericórdia).

A irmandade de Nossa Senhora das Mercês, oriunda a partir da Arquiconfraria da Igreja São José, era uma associação de pardos e crioulos, representante de segmentos que buscaram afirmação social na antiga Vila Rica, sobretudo, a partir da década de 1740, quando os pardos começaram a adquirir presença na estrutura social da época.

Conhecida popularmente como a “Mercês de Cima”, foi construída entre 1771 e 1793. Continue lendo “Nossa Senhora das Mercês e Misericórdia de Ouro Preto (MG) – Part II: A Mercês de Cima”

Porque Ouro Preto tem duas Igrejas das Mercês? … a Mercês de Baixo e a Mercês de Cima

Mercês de baixo_Nossa Senhora das Merces_Estrada Real_Brasil_Minas_Gerais_Unesco_Patrimonio_Humanidade_Matriz Antonio Dias

Em Ouro Preto a devoção a Nossa Senhora das Mercês existem duas igrejas onde ela é a padroeira.  Os nativos diferenciam de modo peculiar, baseados na topografia da montanhosa cidade: uma é a “Mercês de baixo” (cujo nome correto é Nossa Senhora das Mercês e Perdões), situada nas baixadas do bairro dos Paulistas, a caminho da Nossa Senhora da Conceição de Antonio Dias, e a outra é a “Mercês de cima” (situada acima da cidade e bem próxima do Hospital da Irmandade da Misericórdia). Continue lendo “Porque Ouro Preto tem duas Igrejas das Mercês? … a Mercês de Baixo e a Mercês de Cima”

Virgem de Caacupé – Parte II: A Virgem de origem Guarani em Paraguai e Argentina

Virgem de Caacupé_Tupâsy Ka'acupe_Assunção_Argentina_Patrimonio_santuário_Paraguai_Milagros_Parque Rivadavia_Caballito_União Sagrada dos Sagrados Corações_Imigrantes_mbayás_Tobatí_Iglesia_interior

Costuma-se dizer que Caacupé é a capital espiritual do Paraguai, porque possui o maior santuário do país pois a Virgem de Caacupé é a padroeira do Paraguai. Durante sua visita ao pais em 2015, o Papa Francisco elevou o Santuário da Virgen de Caacupé à categoria de Basílica Menor.

Em 1986 a Virgem chega a Argentina acompanhada como consequência da grande imigração paraguaia que vem acontecendo nas ultimas décadas, junto a outras nacionalidades latino-americanas como as procedentes de Bolívia, Peru e Venezuela. A Virgem chegou para se instalar no bairro de Caballito na antiga igreja fundada pelas freiras britânicas pertencentes à ordem francesa da União Sagrada dos Sagrados Corações, que construíram nos finais do século 19 junto ao Colégio da irmandade.

Em Paraguai, em 4 de novembro de 1980, a primitiva Igreja e Santuário de Tupao Tujá foi demolida para construir o novo Santuário da Virgem, hoje a Basílica Menor de Nossa Senhora de Caacupé. Para que a nova Basílica fosse construída, eles demoliram uma igreja do século 18.

Em 1937 o governo argentino desaproprio das freiras o Colegio e Igreja com o intuito de estabelecer lá o novo Palácio Municipal de Buenos Aires, fato que nunca chegou a se concretizar. A igreja infelizmente foi transformada em depósito, separada do prédio da escola, a capela ficou inativa e abandonada ao seu destino por mais de 40 anos.

Neste post vamos conhecer os templos da Virgem de Caacupé em  Paraguai e Argentina e descobrir como é que aconteceu esses sucessos tão infelizes para Patrimônio Histórico de amos os dois países. Continue lendo “Virgem de Caacupé – Parte II: A Virgem de origem Guarani em Paraguai e Argentina”