Igreja de São Juan Bautista de Betharram – Parte III: O Templo e o Convento

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Bem antes da chegada dos Padres Bayoneses em 1856, a igreja acolheu um grupo de Freiras Capuchinas que vinheram de Santiago do Chile, elas construíram do lado da igreja o Convento de Nossa Senhora do Pilar das Freiras Capuchinha, em 174 7. Os únicos dois mosteiros de clausura que Buenos Aires possuía durante o período colonial foram: Santa Catalina de Sena, das freiras dominicanas – “calzadas” – e Nossa Senhora do Pilar, de freiras capuchinas – “descalzas” -.

Vamos conhecer nesta postagem o Interior do Templo e o Convento que em parte foi demolido. Por sua vez a igreja foi vitima de incêndio e roubo prejudicando consideravelmente seu acervo. Continue lendo “Igreja de São Juan Bautista de Betharram – Parte III: O Templo e o Convento”

MARÍLIA de DIRCEU: Casa Museu Tomás Antônio Gonzaga, Ouro Preto – Parte II

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Todo mundo gosta de romance e ainda mais, de amores impossíveis. Pois bem, esta história tem todos os ingredientes de uma trama trágica, pois tendo data marcada para o casamento, o destino quis separar eles poucos dias antes da sagrada união. Por causa da Conjuração Mineira o poeta foi condenado ao exílio na África, sem nunca mais voltar a ver á namorada azarada, quem permaneceria solteira até o dia de sua morte.

Nesta segunda parte do post relacionado ao Museu Casa Tomás Antônio Gonzaga situado no casco histórico da cidade de Ouro Preto vamos a abordar o tão falado romance de Marília de Dirceu, personagens líricos dos poemas que Gonzaga dedicara a sua amada, Maria Doroteia.

Teve efeituado varias leituras ate achar a maravilhosa tese de Ana Cristina Magalhães Jardim (citada na fonte) para conseguir debelar os por menores de este romance, que conta com variadas e dissimiles versões, muito confusas e a maioria delas indocumentadas, fazendo muito difícil a tarefa de conseguir separar o mito da realidade. Continue lendo “MARÍLIA de DIRCEU: Casa Museu Tomás Antônio Gonzaga, Ouro Preto – Parte II”

Museu da Inconfidência em Ouro Preto, Minas Gerais – Parte II

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O museu ocupa uma das mais belas construções do período colonial, na área mais central de Ouro Preto, a praça Tiradentes. Em seus amplos salões distribuídos por dois andares, há um vasto acervo de peças que testemunham a evolução social que tornou possível o movimento de 1789; a Inconfidência Mineira, permitindo, ainda, uma nova leitura da vida social, política e artística mineira dos séculos XVIII e XIX.

Em 1936, o presidente da República, Getúlio Vargas, promoveu o repatriamento de seus restos mortais a fim de criar o Panteão dos Heróis da Independência. O Museu, totalmente completo, veio finalmente abrir suas portas somente em 11 de agosto de 1944, por ocasião das comemorações do bicentenário do poeta e inconfidente Tomás Antônio Gonzaga.

O núcleo inicial do acervo do MDINC é formado a partir de três fontes principais: Museu Arquidiocesano de Mariana, Coleção Vicente Racioppi e IPHAN. A partir daí, foi sendo ampliado por meio de compras e doações.

O Programa de Exposições contempla a exposição de longa duração, inaugurada em 1944 e modernizada em 2006 a cargo do especialista francês Pierre Catel, apresentando no primeiro andar a infraestrutura que determinou a Inconfidência Mineira – a evolução social, política e econômica de Ouro Preto – e no andar superior a superestrutura – a Igreja e sua influência no desenvolvimento artístico, a obra dos grandes artistas do período, destacando-se o Aleijadinho e Ataíde, bem como o mobiliário característico dos séculos XVIII e XIX.

Neste segundo post vamos percorrer o segundo andar do museu para continuar conhecendo seu incrível acervo museologico. Continue lendo “Museu da Inconfidência em Ouro Preto, Minas Gerais – Parte II”

Museu da Inconfidência em Ouro Preto, Minas Gerais – Parte I

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A construção da Casa de Câmara e Cadeia determinou a duplicação da atual praça Tiradentes, não só com a demolição da primitiva cadeia mas ainda de diversas casas que comprometiam a visibilidade do edifício mais importante da capital.

A reconstrução de todo o largo, executada em 1797, por José Ribeiro Carvalhais, veio garantir ao museu um espaço acorde com a sua monumentalidade, uma vez que, juntamente com o prédio do Palácio dos Governadores, compunha o centro cívico de maior poder de decisão da Colônia na época.

O programa das Casas de Câmara e Cadeia tinha como finalidade satisfazer necessidades de serviços administrativos e judiciais, penitenciários e religiosos da cidade. Em 1863, diante da necessidade de aumentar o número de celas, a Câmara, que funcionava no andar superior, transferiu-se para o mesmo imóvel em que funciona até hoje.

Em 1938, com a construção da Penitenciária Agrícola de Neves, nas imediações de Belo Horizonte, a antiga Casa de Câmara e Cadeia foi doada à União, sendo destinada a abrigar o atual museu MDINC. Continue lendo “Museu da Inconfidência em Ouro Preto, Minas Gerais – Parte I”