Teatro Municipal de Ouro Preto – Parte II: Restauração da Casa da Ópera

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Em estilo barroco, possui três andares laterais, camarote central e plateia em forma de Lira para 300 lugares no total. É um dos mais belos do Brasil e ainda é palco de muitas apresentações artísticas e culturais em Ouro Preto.

Em 2015 uma das joias mais refinadas da arquitetura colonial mineira voltou a brilhar aos olhos do público e recuperou a função de palco barroco das artes cênicas. Fechado quase dois anos, após interdição pelos bombeiros, a Casa da Ópera de Ouro Preto, tem novamente programação regular e “segurança” para atores, plateia e funcionários, conforme garantem as autoridades locais. Continue lendo “Teatro Municipal de Ouro Preto – Parte II: Restauração da Casa da Ópera”

Patrimônio Cultural Imaterial no Brasil: Lista Representativa e disciplinas nomeadas pela Unesco como Patrimônio da Humanidade – Parte V

O cultivo da mandioca e apresenta como base social os mais de 22 povos indígenas, localizadas ao longo do rio Negro relacionado às diversas etnias das famílias linguísticas aruak e tukano.

A Festa de Sant’ Ana de Caicó é uma celebração tradicional que ocorre há mais de 260 anos e reúne diversos rituais religiosos, profanos e outras manifestações culturais da região do Seridó norte-rio-grandense.

As Bonecas Karajá representarem cenas do cotidiano e dos ciclos rituais do povo indígena Karajá, elas portam e articulam sistemas de significação da sua cultura e, dessa forma, são também lócus de produção e comunicação dos seus valores.

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OURO PRETO (MG): Nossa Senhora das Mercês e Misericórdia – Part I: A Mercês de Cima

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A devoção de Nossa Senhora da Mercês em Ouro Preto tem duas igrejas onde ela é a padroeira: a “Mercês de baixo” (cujo nome correto é Nossa Senhora das Mercês e Perdões e a outra é a “Mercês de cima” (situada acima da cidade e bem próxima do Hospital da Irmandade da Misericórdia).

A irmandade de Nossa Senhora das Mercês, oriunda a partir da Arquiconfraria da Igreja São José, era uma associação de pardos e crioulos, representante de segmentos que buscaram afirmação social na antiga Vila Rica, sobretudo, a partir da década de 1740, quando os pardos começaram a adquirir presença na estrutura social da época.

Conhecida popularmente como a “Mercês de Cima”, foi construída entre 1771 e 1793. Continue lendo “OURO PRETO (MG): Nossa Senhora das Mercês e Misericórdia – Part I: A Mercês de Cima”

Patrimônio Cultural Imaterial no Brasil: Lista Representativa e disciplinas nomeadas pela Unesco como Patrimônio da Humanidade – Parte IV

O Toque dos Sinos em Minas Gerais é produzido pela percussão dos sinos das igrejas católicas, para anunciar rituais religiosos e celebrações, como festas de santos e padroeiros, Semana Santa e Natal. Essa prática tem sido sustentada por as irmandades religiosas que surgiram junto às cidades mineiras durante o ciclo do ouro.

O Modo de Fazer Renda Irlandesa, tendo como referência este ofício em Divina Pastora/SE, foi inscrito no Livro de Registro dos Saberes, em 2009.

O Ritual Yaokwa é a mais longa e importante celebração realizada por este povo indígena, que habita uma única aldeia localizada na região noroeste do estado do Mato Grosso. Continue lendo “Patrimônio Cultural Imaterial no Brasil: Lista Representativa e disciplinas nomeadas pela Unesco como Patrimônio da Humanidade – Parte IV”

Porque Ouro Preto tem duas Igrejas das Mercês? … a Mercês de Baixo e a Mercês de Cima

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Em Ouro Preto a devoção a Nossa Senhora das Mercês existem duas igrejas onde ela é a padroeira.  Os nativos diferenciam de modo peculiar, baseados na topografia da montanhosa cidade: uma é a “Mercês de baixo” (cujo nome correto é Nossa Senhora das Mercês e Perdões), situada nas baixadas do bairro dos Paulistas, a caminho da Nossa Senhora da Conceição de Antonio Dias, e a outra é a “Mercês de cima” (situada acima da cidade e bem próxima do Hospital da Irmandade da Misericórdia). Continue lendo “Porque Ouro Preto tem duas Igrejas das Mercês? … a Mercês de Baixo e a Mercês de Cima”

Teatro Municipal de Ouro Preto – Parte I: A Casa da Ópera

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A Casa da Ópera de Vila Rica, é o Teatro Municipal de Ouro Preto, que ostenta, segundo a tradição, o título de mais antiga casa de espetáculos em funcionamento da América do Sul e entrou até para o Guinness Book devido a essa condição.

Preserva a construção original, que demorou de 1745 a 1770 para ficar pronta. A simples fachada externa esconde o interior que remete aos tempos glamorosos do império, quando Ouro Preto era chamada de Vila Rica e o Brasil ainda era colônia de Portugal.

A casa de espetáculo traz também no seu histórico o fato de ter sido o primeiro teatro onde mulheres pisaram em um palco no Brasil. Continue lendo “Teatro Municipal de Ouro Preto – Parte I: A Casa da Ópera”

TIRADENTES (MG): Igreja Nossa Senhora das Mercês – Parte I: A Oredem das Mercês

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A Igreja de Nossa Senhora das Mercês dos pretos crioulos está localizada no Largo das Mercês, perto do Largo das Forras, no Centro Histórico de Tiradentes.

A Irmandade das Mercês, durante a época colonial, era reservada aos pretos nascidos no Brasil e aos mulatos principalmente. Em Minas Gerais tornou-se extremamente popular. Em praticamente todas as vilas mineiras existiram irmandades de Nossa Senhora das Mercês.

A igreja do final do século XVIII, construída em estilo rococó, esconde detras de sua fachada simples um interior com belas pinturas atribuídas a Manoel Victor de Jesus, das quais Kellen Cristina Silva fez um estudo iconológico muito detalhado em sua tese de graduação citada na fonte deste post. Continue lendo “TIRADENTES (MG): Igreja Nossa Senhora das Mercês – Parte I: A Oredem das Mercês”

Patrimônio Cultural Imaterial no Brasil: Lista Representativa e disciplinas nomeadas pela Unesco como Patrimônio da Humanidade – Parte III

O Tambor de Crioula do Maranhão é uma forma de expressão de matriz afro-brasileira que envolve dança circular, canto e percussão de tambores e que acontecem durante o Carnaval e nas manifestações de Bumba-meu-boi das Festas Juninas.

O samba de partido alto, o samba de terreiro e o samba-enredo são expressões cultivadas há mais de 90 anos por as comunidades mais populares da cidade do Rio de Janeiro.

A produção artesanal do queijo de leite cru nas regiões do Serro e das serras da Canastra e do Salitre em Minas Gerais representa um conhecimento tradicional e um traço marcante da identidade cultural dessas regiões.

A capoeira é uma manifestação cultural presente hoje em todo o território brasileiro e em mais de 150 países, com variações regionais e locais criadas a partir de suas “modalidades” mais conhecidas: as chamadas “capoeira angola” e “capoeira regional”. Continue lendo “Patrimônio Cultural Imaterial no Brasil: Lista Representativa e disciplinas nomeadas pela Unesco como Patrimônio da Humanidade – Parte III”

CASA da BARONESA – Parte I: A nobreza do Brasil Imperial na antiga Vila Rica de Ouro Preto

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A Casa da Baronesa está localizada na Praça Tiradentes, no centro da cidade.  A casa foi a residência de uma das mais ilustres famílias que se instalaram em Vila Rica: a família de Manoel Teixeira de Souza (Barão de Camargos) e Maria Leonor Felícia da Rosa (Viscondessa de Camargos).

Foi doada à união em 1941. Atualmente é sede do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em Ouro Preto. Continue lendo “CASA da BARONESA – Parte I: A nobreza do Brasil Imperial na antiga Vila Rica de Ouro Preto”

Patrimônio Cultural Imaterial no Brasil: Lista Representativa e disciplinas nomeadas pela Unesco como Patrimônio da Humanidade – Parte II

Transmitido de geração a geração, o Patrimônio Cultural Imaterial é constantemente recriado pelas comunidades e grupos em função de seu ambiente, de sua interação com a natureza e de sua história, o que gera um sentimento de identidade e continuidade, contribuindo para promover o respeito à diversidade cultural e à criatividade humana dos países.

As Baianas de Acarajé são verdadeiras construtoras do imaginário que identifica a cidade de Salvador, com suas comidas, sua indumentária, seus tabuleiros e suas maneiras de vender.

O Jongo do Sudeste é uma forma de expressão afro-brasileira que integra percussão de tambores e dança coletiva praticada nos quintais das periferias urbanas nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. 

A Feira da cidade de Caruaru e o Frevo são duas distinções do estado de Pernambuco. O gênero musical surgiu no final do século 19 no carnaval, enraizado nas cidades de Recife e Olinda. Continue lendo “Patrimônio Cultural Imaterial no Brasil: Lista Representativa e disciplinas nomeadas pela Unesco como Patrimônio da Humanidade – Parte II”